{Goiás} Procissão do Fogaréu

Às 0h da quinta-feira da Semana Santa, os postes de luz do Centro Histórico da Cidade de Goiás (GO) se apagam. Ao som de tambores e à luz de tochas, tem início a Procissão do Fogaréu. Tradição na cidade desde 1745, o ritual simboliza a procura e a prisão de Cristo. Cerca de 40 homens encapuzados, os farricocos, que representam os soldados romanos, carregam as tochas pelas ruas da cidade, ao som dos tambores que ditam os passos rápidos da Procissão que dura cerca de 1 hora.

Entenda mais sobre o Fogaréu e os Farricocos nesta reportagem: Seis Curiosidades sobre os Farricocos

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 Imagens: Érica Catarina Pontes

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{Goiás} Fogaréuzinho

O “Fogaréuzinho” acontece ao final da tarde no mesmo dia da Procissão do Fogaréu, é organizado pela escola Letras de Alfenim e tem como objetivo incluir os pequenos nesta tradição que reúne fé, tradição e folclore da Cidade de Goiás (ou Goiás Velho).

Entenda mais sobre o Fogaréu e os Farricocos nesta reportagem: Seis Curiosidades sobre os Farricocos

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Imagens: Érica Catarina Pontes

{Pará} Dia de São Pedro

Em Soure na Ilha de Marajó o dia de São Pedro é feriado Municipal (29/06), como parte das festividades é realizada uma Missa na Colônia de Pescadores em seguida uma Procissão terrestre e Fluvial em homenagem ao padroeiro dos Pescadores.

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Imagens: Érica Catarina Pontes

{Pará} Arrastão do Arraial do Pavulagem

O Arrastão do Boi Pavulagem é o cortejo que representa a quadra junina, uma das festas mais populares da cultura brasileira, em que são homenageados os santos católicos milagrosos: Santo Antônio, São João, São Pedro e São Marçal, respectivamente em 13, 24, 29 e 30 de junho, celebrados com o fogo das fogueiras de rua que simbolizam os ritos arcaicos pagãos relacionados à colheita farta, proteção e fecundidade.

Enriquecido e reinterpretado por elementos indígenas e africanos, o período junino agregou uma riqueza de elementos simbólicos, envolvendo a culinária, o vestuário, a religiosidade e as brincadeiras, cuja essência vem sendo mantida com o passar dos tempos.

Nesse contexto, o Arrastão do Pavulagem contribui para manter viva a memória oral tradicional, tão importante para a formação da identidade das novas gerações, em particular aquelas que vivem condicionadas ao espaço urbano, trazendo para partilhar com o coletivo a herança do folguedo do Boi-Bumbá, bandeiras de santos, mastro, bonecos cabeçudos, ritmos, cores, danças, cantos e cheiros característicos da região, com o intuito de reunir e alegrar a cidade.

Os cortejos são realizados nos três últimos domingos de junho e no primeiro domingo de julho, contando com a participação de representantes de manifestações culturais de outros municípios paraenses e artistas convidados. (Fonte: Pavulagem)

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Imagens: Érica Catarina Pontes

{Maranhão} Tambor de Crioula

O Tambor de Crioula do Maranhão é uma forma de expressão de matriz afro-brasileira que envolve dança circular, canto e percussão de tambores. Seja ao ar livre, nas praças, no interior de terreiros, ou associado a outros eventos e manifestações, é realizado sem local específico ou calendário pré-fixado e praticado especialmente em louvor a São Benedito. Essa manifestação afrobrasileira ocorre na maioria dos municípios do Maranhão, envolvendo uma dança circular feminina, canto e percussão de tambores. Dela participam as coreiras ou dançadeiras, conduzidas pelo ritmo intenso dos tambores e pelo influxo das toadas evocadas por tocadores e cantadores, culminando na punga ou umbigada – gesto característico, entendido como saudação e convite.

Praticado livremente, seja como divertimento ou em devoção a São Benedito, o Tambor de Crioula não tem local definido, nem época fixa de apresentação, embora se observe uma maior ocorrência desse evento durante o Carnaval e nas manifestações de Bumba-meu-boi. Trata-se de um referencial de identidade e resistência cultural dos negros maranhenses, que compartilham um passado comum. Os elementos rituais do Tambor permanecem vivos e presentes, propiciando o exercício dos vínculos de pertencimento e a reiteração de valores culturais afro-brasileiros.

A dança do tambor de Crioula, normalmente executada só pelas mulheres, apresenta coreografia bastante livre e variada. Uma dançante de cada vez, faz evoluções diante dos tambozeiros, enquanto as demais, completando a roda entre tocadores e cantadores, fazem pequenos movimentos para a esquerda e a direita; esperando a vez de receber a punga e ir substituir a que está no meio. A punga é dada geralmente no abdômen, no tórax, ou passada com as mãos, numa espécie de cumprimento. Quando a coreira que está dançando quer ser substituída, vai em direção a uma companheira e aplica-lhe a punga. A que recebe, vai ao centro e dança para cada um dos tocadores, requebrando-se em frente do tambor grande, do meião e o pequeno, e repete tudo de novo até procurar uma substituta. (Fonte: Iphan)

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 Imagens: Érica Catarina Pontes

{Maranhão} Bumba meu Boi (Parte 2)

Bumba meu Boi é uma dança folclórica da cultura brasileira, principalmente na região Nordeste. A dança surgiu no século XVIII, como uma forma de crítica à situação social dos negros e índios. O bumba-meu-boi combina elementos de comédia, drama, sátira e tragédia, tentando demonstrar a fragilidade do homem e a força bruta de um boi.

A lenda é a seguinte: Um rico fazendeiro possui um boi muito bonito, que inclusive sabe dançar. Pai Chico, um trabalhador da fazenda, rouba o boi para satisfazer sua mulher Catarina, que está grávida e sente uma forte vontade de comer a língua do boi. O fazendeiro manda seus empregados procurarem o boi e quando o encontra, ele está doente. Os pajés curam a doença do boi e descobrem a real intenção de Pai Chico, o fazendeiro o perdoa e celebra a saúde do boi com uma grande festividade. (Fonte: Lendas do Brasil)

Junho 2016 | Boi de Pindaré | São Luís – Maranhão

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Fotos: Érica Catarina Pontes